O site escola de vela

O site escola de vela foi criado em 2001 para divulgar as atividades do projeto “De Vento em Popa”, mais tarde as atividades da “Escola de Vela de Praia Grande”, e por fim o “Navega São Paulo” de Praia Grande e São Vicente.

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Projeto de Vento em Popa

Tudo começou em 1979 com a fundação do Clube de Nadadores de Maratona, o Clube NAMAN. Criado por um grupo de desportistas, fomentou a massificação de esportes junto a natureza de forma popular e acessível. Seguindo esta filosofia, os professores de Ed. Física, João Borges e Silvio Bello deram início as atividades do Projeto De Vento em Popa na praia do Gonzaguinha em São Vicente.

O projeto “De Vento em Popa” atuou entre 1996 e 2011, atendendo crianças carentes da rede pública municipal de ensino e crianças em risco social e pessoal de instituições de apoio à criança. Contou com a colaboração de uma equipe interdisciplinar, na qual atuaram profissionais de diversas áreas como Assistência Social, Psicologia, Educação Física, entre outras.

O projeto propôs ensinar a arte de velejar e toda a técnica envolvida à crianças e adolescentes. O curso oferecido era totalmente gratuito, sendo que os barcos, o material de segurança e todo o material necessário para as aulas eram também fornecidos pelo projeto.

O objetivo central do projeto não foi somente a viabilização de um esporte prazeroso e totalmente apropriado para nossa localização geográfica para crianças carentes, mas também despertar nessas crianças a consciência da importância do trabalho em equipe, da cidadania e da conservação do meio ambiente, além da esperança de uma vida melhor vislumbrada através do esporte.

O projeto estruturou-se em aulas práticas ministradas na praia e aulas teóricas ministradas em locais fechados, por professores especialistas em esportes náuticos. Obedecendo e observando todos os padrões de segurança necessários para um proveitoso curso. As aulas seguiam um cuidadoso planejamento, levando em consideração a faixa etária do público-alvo e a política de inclusão e acessibilidade.

O projeto alicerçou-se em três pontos básicos:
– prática pedagógica adequada para suscitar o interesse do aluno pelos esportes náuticos;
– observância das regras de segurança e do correto manejo do equipamento, tornando assim a prática adequada, segura e saudável;
– embasamento teórico-prático, que proporcionou o diferencial entre o projeto e os demais cursos meramente instrucionais, pois no projeto eram abordados aspectos éticos e valores que, numa visão global, tendem a humanizar e ensinar algo mais do que simplesmente andar de barco.

Ao longo do projeto, idealizado pelo prof. Silvio Bello, professor de Educação Física e Pedagogia e pós-graduado em Psicopedagogia, coordenador do projeto em conjunto com outros profissionais igualmente importantes para a concretização do mesmo, vários alunos se formaram, tornando-se muitos deles campeões em competições na baixada santista, competições por diversas regiões do estado de São Paulo, bem como de outros estados, e também campeões brasileiros em diversas classes.

Em 25 de fevereiro de 2005, o Projeto de Vento em Popa foi chancelado pelo CONANDA – Conselho Nacional da Criança e do Adolescente, em virtude da aplicabilidade do projeto em causas sociais voltadas para as crianças e adolescentes.

O Projeto de Vento em Popa foi incorporado pelo Projeto Navega São Paulo em 2011.

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Escola de Vela de Praia Grande

O início das atividades da Escola de Vela de Praia Grande aconteceu em janeiro de 2001, na área de lazer Esio Dallaqua (também conhecido como Portinho), desenvolvido para crianças especiais.

Em dezembro de 2003 foi implementado o Projeto Navega São Paulo com o primeiro polo em Praia Grande. Desta forma, de maneira inversa ao comum, em que na escola de ensino regular se prega a inclusão e envolvimento de alunos especiais, a escola especial náutica abriu as portas para demais alunos, começando com os alunos da rede pública municipal, depois estadual, particular e melhor idade, envolvendo a todos neste trabalho, atendendo a comunidade como um todo, sempre de forma gratuita e com alto padrão.

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Navega São Paulo – unidade Praia Grande

O Projeto Navega São Paulo é oriundo de uma lei criada em 2003 pelo então secretário de esportes de São Paulo Lars Grael com objetivo de difundir os esportes náuticos.

Em dezembro de 2003, Lars Grael, trazendo na bagagem o Projeto Grael e Projeto Navegar, implementa o Projeto Navega São Paulo com o primeiro polo em Praia Grande.

O Projeto Navega São Paulo – Praia Grande conta com o apoio de um barco motorizado com 30 lugares, chamado Peaçabuçu, que em Tupi significa Praia Grande e carinhosamente apelidado de “Botão”. Adquirido pela prefeitura de Praia Grande, é usado para estudo do meio ambiente na região, estudo universitário de campo, empregado em apoio a operações navais como Deportec e Savotec e outras operações de Marinha e usado em apoio a regatas. A Marinha também fez a doação de 2 escalers, barco tradicional na formação marinheira, que foram reformados e participam de competições a remo e regatas, como as da Escola Naval e Colégio Naval no Rio de Janeiro em que o Projeto Navega SP participa há 18 anos .

Em 2010 em parceria com a Marinha do Brasil executou a expedição Bandeirante que consistiu em formação de equipe mista entre militares da Marinha do Brasil e integrantes do projeto NAVEGA SP Praia Grande que a bordo do escaler Bandeirante  que deslocava-se  somente  a remo e vela  percorreu  parte dos rios Tietê e Paraná por 20 dias proferindo palestras sobre o projeto NAVEGA São Paulo e sobre segurança da navegação para 20 municípios ribeirinhos.  Contou por 10 anos com o veleiro “Escola de Vela”, de 53 pés feito em concreto armado, pesando 25 toneladas, apelidado de “Concretão”, participando de 5 edições da Regata Santos-Rio e 7 edições da Semana de Vela de Ilha Bela, todo tripulado por alunos do projeto na faixa etária de 12 a 18 anos, que se revezavam em 3 turnos entre limpeza, preparação de alimentos e o quarto de hora na navegação, fazendo montagem e condução, o veleiro tornou-se museu e hoje está em solo no Portinho.

O projeto conta com uma sede onde são ministradas aulas teóricas em ambiente adequado, que embasam a prática. Os alunos aprendem sobre segurança de navegação com profissionais da marinha, nós náuticos, ventos, marés e também sobre marcenaria naval, veloaria, cursos que são ministrados dentro da viabilidade de cada período.

A competição é usada como ferramenta pedagógica para o aperfeiçoamento e fomento da cidadania, na prática procura-se ensinar aos alunos o valor do trabalho em equipe, da solidariedade, o respeito a natureza, aos colegas, a si mesmo, o comportamento adequado, participativo, pois além de esportivo o projeto é também social. O projeto chegou a formar mais de 1.000 alunos em todo o estado por ano.

As regatas são organizadas com largada única, com diversos tipos de barcos, Optimist, Hobbie-cat, Open Bic, Dingue, Holder, Laser, todos participando e competindo.

Muitas vezes, dado o tamanho da cidade, as crianças não conseguem chegar ao projeto, para isso foi criado um programa chamado “Navega Visita” onde uma equipe vai até as escolas mais afastadas, mostrando através de palestras o projeto e aguçando a vontade das que mais se interessarem, formando grupos para participarem do projeto.

Alunos competiram em regatas internacionais, no campeonato mundial na Suíça, um dos alunos do Navega São Paulo Praia Grande ficou em 6ª e outro em16º lugar, no ano seguinte em 4º lugar, no campeonato mundial em Miami

O Projeto Navega São Paulo tem a maior flotilha do veleiro monotipo OpenBic do Brasil, veleiro moderno, rápido e dinâmico.

O projeto chegou a atingir 16 municípios do estado. Atualmente por questões financeiras e políticas é desenvolvido através da Lei de Incentivo ao Esporte.

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